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Meu pai tinha um seguro de vida e depois da morte dele não consegui receber o dinheiro!

Seguro de vida é uma espécie de poupança, que é feita para que uma outra pessoa, chamada beneficiária, receba um determinado valor depois do falecimento de quem abriu aquela “poupança”.


Quem já contratou um seguro, para as mais diversas situações, sabe que existem algumas questões que devem ser respondidas antes da contratação. Nem sempre um seguro cobre todas as possibilidades e despesas. Por isso a importância de se ler todo o documento antes de assinar.


Como tudo na vida existem direitos e deveres para todos os envolvidos em um contrato. No seguro de vida não é diferente. A seguradora também tem que observar alguns critérios e reunir toda a documentação necessária antes de firmar um acordo afirmando que vai pagar uma quantia no momento em for obrigado.


Tivemos um caso onde, depois da morte da mãe, o filho tentou resgatar o dinheiro do seguro de vida e a empresa não pagou, alegando que mãe tinha uma doença pré-existente, sabia dela e não informou de propósito.


Além de não ser verdade, baseado em que a seguradora poderia afirmar isso? Era dever dela ter feito uma avaliação física, solicitado exames para confirmar se de fato o contratante tem alguma doença ou não.


Ao não cumprir com os seus deveres, a seguradora ficou sem argumentos para justificar o cancelamento do pagamento. Não houve comprovação de má-fé por parte da contratante e nem que a doença já existia no momento da contratação. Como o caso teve que ir para o judiciário, a empresa foi obrigada a pagar o seguro e ainda foi condenada ao pagamento de indenização pelo descumprimento do contrato.





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